segunda-feira, 21 de junho de 2021

Entregar e Confiar

 O Salmo 37 em seu versículo 5 diz: Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá.


Parece muito simples, não é mesmo? Alguém para entregarmos nosso caminho e confiar que Ele fará tudo.

Mas porquê então gostamos tanto de sermos senhores dos nossos destino? Porquê temos a necessidade de termos o controle de nossas vidas, o que nos deixa desesperados para que as coisas aconteçam e aconteçam rápido, e quando não acontecem, logo vem a ansiedade,a depressão e outras doenças psíquicas.

Quando somos crianças não são nossos pais que decidem pela gente? Quando entramos na adolescência, nos vem aquele espírito de rebeldia, de não obedecer, de seguir nossas próprias regras mas aí vem aquele choque de realidade, muitas vezes dado pelo nossos próprios pais: Somos cuidados por alguém, não possuímos autonomia seja psicológica ou financeira para gerirmos nossas próprias vidas.

Nossa relação com Deus não poderia ser como a de um adolescente com seus pais? Podemos e devemos sim ter iniciativa, correr atrás para progredirmos mas sabendo que haverá um Pai que nos dará sustentação, suporte e apoio para chegarmos lá. Afinal, um adolescente por mais que seja cuidado pelos pais, corre atrás de estudar, de um hobby, de fazer compras, das tarefas de casa em algumas vezes, de quem vai se relacionar, mas sempre sabendo que terá seus pais para interceder por ele (pelo menos deveria ser assim para todo mundo).

Que sejamos mais adolescentes no relacionamento com Deus, excluindo o espírito de rebeldia dessa fase, mas entregando nas mãos Dele o nosso destino, pois como já podemos comprovar diversas vezes, sermos senhores do nosso destino não dá certo

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Fé x Religiosidade

 Um dos grandes embates nos tempos atuais é a pauta de costumes. Uns estão sob a bandeira chamada conservadora, enquantos outros são mais liberais nos costumes.


Mas o evangelho é conservador ou liberal? Sei que parece uma pergunta absurda, mas não quero dizer liberal no sentido de permitir tudo que ofenda a Deus. Mas digo liberdade de não apenas viver sob a lei como os judeus antes de Cristo, mas sim escolher obedecer pela fé sincera e genuína, sem apenas obedecer com medo de ser punido.

E porquê é tão difícil para nós crermos verdadeiramente do apenas seguir regras? Aí entra a tão famosa religiosidade. Precisamos parecer, precisamos ter uma imagem, e todos aqueles diferentes dessa imagem, julgamos, condenamos e queremos nós mesmos sermos os responsáveis pela execução dessa condenação. Mas e Cristo? Ele faria isso? Ou nos falaria "vá e não peques mais?"

Temos julgado demais, temos tido demais a necessidade de sermos pessoas que são conhecidas por obedecer,de passar a imagem que somos bons cristãos e esquecemos de acolher as pessoas como Jesus acolhia, amar como Jesus amava, e deixar de apontar o dedo para os outros que fazem e oferecer um abraço.

Pecar todos pecamos, mas julgar é decisão nossa. Não podemos nos esquecer que Deus não faz acepção de pessoas, somos TODOS filhos amados Dele.


Gálatas 5:1 Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. 2 Ouçam bem o que eu, Paulo, lhes digo: Caso se deixem circuncidar, Cristo de nada lhes servirá. 3 De novo declaro a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a cumprir toda a lei. 4 Vocês, que procuram ser justificados pela lei, separaram-se de Cristo; caíram da graça. 5 Pois é mediante o Espírito que nós aguardamos pela fé a justiça que é a nossa esperança. 6 Porque em Cristo Jesus nem circuncisão nem incircuncisão têm efeito algum, mas sim a fé que atua pelo amor.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Confiar Naquele que deve ser confiado

 Passando pelas redes sociais durante os últimos tempos, tenho notado um fenômeno recorrente na questão de comentários, curtidas e compartilhamentos de nós cristãos.


Com a polarização política e uma guerra sem fim entre os dois lados, uns acreditam na ciência, outros negam, uns acreditam na vacina,outros não, uns creem em lockdown,outros não, enfim, não é esse o meu ponto. O que tenho notado é que posts que falam de política e guerras políticas tem gerado muito mais curtidas, compartilhamentos e comentários que postagens sobre a palavra de Deus, que deveria ser a nossa prioridade. Estaríamos nós esquecendo Deus e depositando todas nossas esperanças em homens pecadores como a gente? Vale a pena gastarmos tantas energias com uma classe que nunca tratou seu povo como prioridade?

Uns confiam em carros,outros em cavalos,e infelizmente muitos atualmente confiam em homens que durante sua vida não foram merecedores de tal confiança? Confiemos no Senhor, o qual é onisciente, onipotente e onipresente!

Que todos os nossos esforços sejam para pregar a boa nova, espalhar a mensagem Dele pelo mundo, transformar vidas, não para idolatrar pessoas que são tão pecadores quanto nós! 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Pacificadores

 


Nos últimos 11 meses,desde os primeiros casos do coronavirus lá em março de 2020 (já parece tão longe né?), muito além da questão de saúde e sanitária (medidas de prevenção, higienização,etc) temos visto algo que era melhor que não víssemos: a guerra política.

Políticos de todos os espectros defendendo seus interesses, o que eles acreditam; uns a favor do isolamento,do lockdown,do distanciamento,do uso da máscara ; outros a favor de que não se pode parar a economia,do tratamento precoce,etc. E no meio disso tudo, nós: o povo.

Bombardeados por notícias, posts, fake news, discussões,guerras ideológicas, ficamos sem o principal: o cuidado e o respeito a vida. Sim, pois é difícil ver alguma atitude,sugestão ou decisão dos nossos governantes que vise apenas salvar vidas e a economia do país, sem pensar no ganho político em cada ato.

Debates importantes e vitais para a volta da vida normal perderam e muito a chance de instruir a população. Como o caso da disputa pela vacina. Foram tantas as informações que não podemos julgar se a liberação foi acelerada ou não (isso falo sendo eu um grande defensor das vacinas), se ela foi travada para o adversário político não faturar em cima dela,enfim, não podemos confiar em nada.

Além disso, a imprensa como conglomerados de mídia que necessitam do lucro para sobreviver notícia de acordo com seus interesses e suas pautas, engrandecendo ou diminuindo reputações.

Em um país casa vez mais polarizado, tais coisas só serviram para aumentar p discurso de ódio de lado a lado,com ofensaa,brigas e pessoas perdendo a calma ( me incluo nessa em alguns momentos). Justamente em um momento em que necessitamos de união para vencer esse momento difícil.

Esquerda ou direita,centro ou centrão, religiosos ou não, seja de qual bandeira for,o Brasil necessita de pacificadores! Já está mais que provado que o debate polarizado arrancou o pior de nós e não fez o país crescer. Mas será que isso é de interesse dos nossos políticos? Vejamos nos próximos capítulos.

Mateus 5:9 Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Empatia x Amor ao próximo




 Uma palavra que está muito na moda em nossos  dias é empatia. Mas que poderia muito facilmente ser substituída e cumprida por um dos dois grandes mandamentos que Jesus nos ensinou: o amor ao próximo?


Duvida? Veja então o significado da palavra empatia:

substantivo feminino Ação de se colocar no lugar de outra pessoa, buscando agir ou pensar da forma como ela pensaria ou agiria nas mesmas circunstâncias.
Aptidão para se identificar com o outro, sentindo o que ele sente, desejando o que ele deseja, aprendendo da maneira como ele aprende etc.

Agora vejamos o que a bíblia nos diz sobre amar ao próximo:

João 15:12 meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei.

1Joao 4:7,8 Amados, amemo-nos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.



Percebe como é praticamente a mesma coisa? Mudam-se as palavras da moda, mas os ensinamentos e mandamentos de Cristo continuam extremamente atuais.

Nesses tempos de pandemia, pequenos gestos podem demonstrar empatia e amor ao próximo. Usar máscara, respeitar o distanciamento, se higienizar sempre com álcool gel, evitar aglomerações, cuidar dos seus familiares e amigos dos grupos de riscos, etc.

Por exemplo, se olharmos Romanos 13:8 , veremos que cumprir leis como usar a máscara é um ato de amor ao nosso semelhante:

Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros, pois aquele que ama seu próximo tem cumprido a lei

Mas assim como é difícil cumprir os mandamentos de Cristo, tem sido difícil o ser humano ter empatia com seu próximo. Muitas pessoas negam a pandemia, não usam máscara, se aglomeram, não respeitam o distanciamento, e assim vai se cumprindo o que é dito em Mateus 24: 12:
Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará,

Muitos acharam que nesses tempos veríamos mais solidariedade, mas em muitos casos estamos vendo egoísmo maa ações das pessoas.

Sabemos que não somos desse mundo, que nossa alma é estrangeira, e isso nos conforta em tempos tão difíceis, pois sabemos que na eternidade teremos amor ao próximo e empatia.

Deus te abençoe